Classificação IndicativaO debate sobre Classificação Indicativa continua. O Ministério da Justiça abriu Consulta Pública para ajudar no estabelecimento de uma nova resolução.

O Criança e Consumo participou de dois debates sobre esse tema no Ministério. Em uma das ocasiões foram novamente levantados os resultados de uma pesquisa feita pelo MJ em 2008, que mostrou que 51% dos pais usam a classificação e 48% a obedecem. Outro dado mostra que 74,2% dos entrevistados são favoráveis à classificação indicativa e que, desse total, 38,3% entendem que as regras adotadas devem ser mais rígidas.

O manual atual especifica a idade de classificação conforme o grau de sexo, violência e consumo de drogas, as três principais fontes de preocupação dos pais, mas deixa de fora a questão do estímulo de hábitos e consumo e moda pela programação, preocupação de 15% dos pais.

O dado mostra a relevância dessa questão da influência da publicidade no consumo infantil e a necessidade de existência de uma norma de classificação que também leve em conta esse quesito. O Brasil é hoje o país onde a criança mais assiste à televisão, ficando cerca de 5 horas por dia na frente da tela. Diante de tanta oferta de conteúdo, é a classificação que indica aos pais com que idade as crianças têm capacidade para absorver os tipos de programação presentes em cada programa.

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