Preocupados com os altos índices de obesidade infantil nos EUA, a ONG americana Institute of Medicide (IOM) divulgou em junho um novo estudo, em que mapeia algumas atitudes que devem ser tomadas para prevenir o problema em crianças menores de cinco anos. O instituto afirma que o que acontece nos primeiros anos da vida infantil interfere na sua saúde futura e que hábitos alimentares são formados desde essa idade. Assim, crianças que consomem uma dieta saudável têm menos chance de ter sobrepeso ou obesidade.

Entre diversas recomendações, a IOM ressalta a necessidade de diminuir a exposição das crianças à publicidade de alimentos não saudáveis e sugere que os pequenos não fiquem mais de duas horas por dia em frente à tevê ou ao computador. Também indica que esses aparelhos não devem ficar nos quartos das crianças. Além disso, a ONG destaca a necessidade do Estado monitorar e implementar novos padrões de nutrição e marketing para alimentos e bebidas dirigidos a crianças.

Essa não é a primeira vez que o papel do marketing de alimentos e bebidas não saudáveis é relacionado ao aumento dos índices de obesidade infantil. Em 2010, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou suas recomendações para que os governos internacionais assumissem a responsabilidade de desenvolver políticas públicas para reduzir o impacto do marketing de alimentos e bebidas com baixo teor nutricional nas crianças.

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